Next
Previous

sábado, 4 de novembro de 2017

Como eliminar xixi de gato em locais indesejados


É no colchão, no tapete, no banco do carro, nas frutas, enfim... Locais diferentes é que não faltam para nós. Eu sei que ser pego de surpresa com algum produto com urina de gato não é tão legal assim. Afinal, o xixi apresenta um odor muito forte, similar ao da amônia. E o meu é bem acentuado e mamis fica chateada quando, por exemplo, faço xixi em locais bem inesperados, como na bolsa da amiga dela e um dia no computador. Ah, miau miau, eu estava #chateada naquele dia e queria demonstrar de alguma forma! Pronto, miei, falei! Pruzzz!!!

Mas não estou aqui só para falar de minhas estripulias, e sim para ensinar como vocês podem higienizar o local depois que seu gatinho possa ter feito xixi. Primeiramente, use um papel toalha ou jornal para absorver todo o xixi. Usar pano te dará um trabalho a mais. Em seguida, pegue um detergente e faça a higiene do local com um pouco de água e sabão. Se o cheiro persistir, use Vanish para limpar essa área. Ele é maravilhoso para eliminar o odor e não deixar o local demarcado.
Quando o xixi é no tapete ou na cama, por exemplo, lave o local com esponja e água primeiramente, seguido de detergente e espere secar. Esfregue bem, como se estivesse lavando mesmo. 

Quando secar, polvilhe bicarbonato de sódio e deixe agir por uns 25 a 30 minutos. Pode misturar uma essência que você goste no pozinho do bicarbonato . Depois desse tempo, use um aspirador de pó sobre o local. Na retirada da mancha, use vinagre com água. É simples, caseiro e dá resultado. Já testamos e aprovamos!

sábado, 2 de setembro de 2017

Drummond e os animais!


Em agosto, fez 30 anos da morte do maior poeta brasileiro: Carlos Drummond de Andrade! Você sabia que o "poeta de 7 faces" era amigo dos animais? Pois é! Ele editou, inclusive, o jornal "A voz dos que não falam", onde chegou a "dar" entrevista pra um cachorro. Genial!

Ele também tinha um cão chamado Puck e um gatinho que atendia pelo nome de Inácio, a quem dedicou a crônica Perde o gato, no livro Cadeira de Balanço. Veja só que lindo esse trecho:
Um gato vive um pouco nas poltronas, no cimento ao sol, no telhado sob a lua. Vive também sobre a mesa do escritório, e o salto preciso que ele dá para atingi-la é mais do que impulso para a cultura. É o movimento civilizado de um organismo plenamente ajustado às leis físicas, e que não carece de suplemento de informação. Livros e papéis, beneficiam-se com a sua presteza austera. Mais do que a coruja, o gato é símbolo e guardião da vida intelectual.
Em outra crônica, Dai de comer aos gatos, Drummond fala sobre uma senhora que alimentava animais abandonados. "Será preciso explicar por que se dá de comer a um bicho?", pergunta o poeta! E ele mesmo responde: "Há forças que nos prendem aos bichos, e quem não sentir em si essas forças, não compreenderá jamais; quem as sentir dispensa explicações".

No texto Da utilidade dos animais, o poeta questiona a atrasada relação escravagista estabelecida entre homem e animais, por meio dos olhos e das perguntas das crianças. Veja só este filme adaptado desta crônica:

 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...